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Música Blecaute

Evanescence

My Immortal

Amy Lee

Imagens retiradas do site http://www.evanwhisper.com

Você votou e a Música Blecaute da Semana ficou com Evanescence, “My Immortal”.

O Evanescence começou em um encontro religioso em Little Rock, Arkansas, onde Amy Lee, vocal e piano, e Bem Moody, guitarra, se conheceram, e começaram a tocar e criar músicas.

Depois de vários anos tocando em bares pequenos, sem dinheiro para contratar músicos, a banda conseguiu uma oportunidade para mostrar a sua música com o filme “Demolidor”, que fez a música “Bring me to life” se tornar conhecida.

Depois do primeiro Hit, a banda teve que enfrentar o desafio de lançar o segundo single, que decidiria o futuro da banda, já que existem várias bandas de um single só! Mas este não foi o caso do Evanescence. “Going Under”, ficou em primeiro lugar em vários paises.

 Com a saída de Bem, todos pensaram que a banda ia acabar, mas ela continua forte, ganhando o Grammy de banda revelação, vendendo cerca de 6 milhões de discos só nos Estados Unidos.

Recentemente a banda lançou o seu quarto single, “Everybody's Fool”, e se apresentou no show Rock in Rio Lisboa.

Eu gosto muito do som deles, já que ele é perfeito para pessoas que estão infelizes na maior parte do tempo. Minha música preferia do Cd é “Torniquete”, que fala de uma pessoa que cometeu suicídio. Blecaute indica Evanescence, Fallen.

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 Escrito por Gus às 15h32
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Filme

O Dia Depois de Amanhã

O dia depois de amanhã

Imagem retirada do site www.omelete.com.br

A frase nos minutos finais do trailer do filme “O dia depois de amanhã” (do diretor de Independence Day), pode fazer com que você jure não passar perto de qualquer cinema que exiba este filme, mas lute contra este impulso, por que o filme é bom.

Bom, não extraordinário. Roland Emmerich acerta em cheio neste filme, que atinge o seu objetivo, deixar o público grudado na sua poltrona até o inicio dos créditos finais. O filme também funciona como um pedido de desculpa para todos que ficaram indignados com Independence Day. No lugar de um EUA forte, orgulhoso, com um presidente honesto e perfeito, agora o diretor retrata o país de uma maneira, na minha opinião, mais concreta e realista, um país orgulhoso, com um presidente desinformado e um vice-presidente ganancioso e sedento de poder e dinheiro.

Ele faz também uma forte crítica a política adotada pelo país em relação ao meio ambiente. Os termos usados pelo vice-presidente no filme já foram usados várias vezes por vários políticos norte-americanos, a declaração de que os Estados Unidos da América não irão se submeter a nenhuma medida mundial que possa desacelerar a sua produção e a sua economia. O Protocolo de Kyoto, que gerou uma grande discussão na mídia brasileira e mundial no ano passado, também aparece no filme.

A teoria usada no filme para explicar as radicais mudanças climáticas é impossível de se acontecer, mas serve para dar um maior realismo. O aumento do efeito estufa, causado pela concentração de poluentes na atmosfera terrestre, aumenta o processo de derretimento do gelo nas partes mais frias do globo, aumentando a concentração de água doce nos mares e oceanos, o que causa as mudanças das correntes marinhas em todo o mundo, que são as responsáveis pelo controle do clima, dando inicio as calamidades do filme.

Mas o filme tem um grave ponto negativo, as cenas mais dramáticas, que pedem mais dos atores, não são muito bem produzidas e roteirizadas, deixando muito a desejar. O cientista Jack (Dennis Quaid), sua esposa (Sela Ward, da série “Once and Again”) e seu filho Sam (Jack Gyllenhaal, o mesmo ator de “Donnie Darko”), não emocionam, mas também não são ruins ao ponto de serem vaidas, destaque para Ian Holm ( o Bilbo de “Senhor dos anéis”) que aparece pouco mais faz bonito.



 Escrito por Gus às 14h20
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Censura na Metodista ?!

Gostaria de pedir licença aos que acessam este blog atrás de informações sobre cultura, desculpando-me inclusive pela mudança momentânea na temática do Blecaute-RG, para registrar minha repulsa ao alarde feito pela reitoria da Universidade Metodista à veiculação do blog MetoDisney, de autoria do estudante de jornalismo Alexandre Koda.

Blogs como o Blecaute-RG, Raciocínio Rápido, Mídia Cult, Anos Dourados (do Koda inclusive) e etc, foram feitos por alunos do VI Semestre de Jornalismo da Universidade Metodista para a disciplina de “Jornalismo Digital”, e serão avaliados pelos professores Maurício e Arlete ao final do semestre. Ao contrário destes citados, o blog MetoDisney é uma iniciativa a parte do nosso colega de sala Alexandre, e tem como objetivo expor, de maneira crítica e despojada, problemas internos da universidade, servindo aos alunos da instituição como instrumento de informação e reivindicação. Por razões que desconheço, a reitoria tomou conhecimento da existência deste blog e, contrariada com as críticas existentes no MetoDisney, convocou Koda para uma reunião que ocorrerá no dia 1º de junho. O que será decidido a partir desta reunião ninguém sabe.

 Acrescento que não somos funcionários de faculdade e, sendo assim, não estamos a serviço dela; ela é quem deve estar ao nosso serviço. A mensalidade que pagamos pelo curso de jornalismo nos dá, no mínimo, o direito de exigirmos um ensino decente, infra-estrutura, atenção carinhosa por parte de diretores e professores da Metodista aos nossos problemas, e um espaço para que possamos discutir, reivindicar e, por que não, falar mal da universidade, sem que sejamos incomodados por isso. É lamentável, ainda que o Koda não seja punido e o MetoDisney não seja tirado do ar, que a reitoria venha procura-lo por causa de um blog que até então (espero que agora este número cresça), infelizmente, nem recebia muitas visitas.

 

 

 Um dos pilares do ensino universitário é solidificar o senso crítico e não calá-los

 

                         Imagem retirada do site

www.luhring-design.com/photography/series/shut-up/artists

 

Um dos pilares do ensino universitário é solidificar o senso crítico dos seus alunos e não calá-los. É triste pensar que muitos, infelizmente, verão nas minhas palavras mera dramatização do assunto, sem perceber que o mau começa justamente quando não damos o devido valor a coisas que parecem pequenas. É triste pensar que o sonho de uma verdadeira democracia, que inclua total liberdade de expressão, comece a morrer antes que terminemos a faculdade, nas primeiras e mais humildes manifestações. É triste pensar que atitudes de censura ao livre pensamento, como essa tida inicialmente pela direção da Metodista, não são tão incomuns nas chefias de redações de boa parte dos jornais que existem por aí. É triste pensar que na vida lá fora sempre haverá alguém lhe dizendo o que você não deve dizer. Censurável é a atitude de censurar.

Para falar na língua (trocadilho besta) do nosso Reitor, aproprio-me do trecho de um versículo bíblico integrante da Epístola de Tiago, e encerro o meu texto: “A língua é fogo; é mundo de iniqüidade”.

 

Mais informações a respeito do assunto no blog Raciocínio Rápido, de Kheder Henrique Ribeiro.

 

 



 Escrito por Rafael Issa às 23h47
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Filme

Entrando numa fria 2

Entrando numa Fria 2

Imagem retirada do site www.omelete.com.br

Foi divulgada hoje a primeira foto do Filme “Entrando numa fria 2” (Meet the Fockers). Todo o elenco principal do primeiro filme está de volta, entre eles Robert De Niro, Ben Stiller, Teri Polo e Blythe Danner. Neste filme Gaylord Focker (Bem Stiller), que pediu a mão de sua namorada em casamento no primeiro, vai levar a tradicional família Byrnes conhecendo os estranhos Fockers (no Brasil a tradução ficou Fornika).

O elenco recebe mais nomes de peso nesta continuação. Quem irá interpretar o papai Fornika será Dustin Hoffman, e a mamãe será Barbra Streisand, ausente desde “O espelho tem duas faces” de 97.

Vale lembrar as situações absurdas em que o personagem de Bem Stiller se meteu no primeiro, agora imagine o que não irá acontecer nesta segunda parte, já que por regra as continuações sempre vão mais alem.

Com um elenco de tamanho talento, é muito difícil não se criar as expectativas mais elevadas, e na minha opinião, dificilmente elas não serão correspondidas.



 Escrito por Gus às 19h16
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Dica de Vídeo

Edifício Master

Edifício Master

Muitos acham que para se fazer um documentário legal, antes de tudo é preciso muito dinheiro e uma idéia estupenda, algo que seja realmente difícil de se filmar, o que não é verdade. Não é o dinheiro investido ou a profundidade do tema abordado, e sim a capacidade do profissional que está realizando o projeto, como é o caso de Eduardo Coutinho em “Edifício Master”.

Ao escrever tais palavras não quero desmoraliza-lo, ou subestimar o seu trabalho, pois logo se nota que por trás deste filme há um extenso trabalho de pesquisa e de seleção de moradores, alem de uma edição perfeita. Quero dizer que Coutinho pegou uma idéia simples e a transformou em um documentário perfeito.

Um dos personagens

Imagem retirada do site http://adorocinemabrasileiro.com.br

Para filma-lo foi gasto um Mês. Três semanas em pesquisa e mais uma para as filmagens. São cerca de 500 moradores no Máster, dos quais trinta e sete viraram personagens. Ele mescla depoimentos engraçados, como o da banda de Rock e da professora de inglês que sofre de síndrome de pânico, com depoimentos mais dramáticos, como o da garota de programa e da senhora que pensou em suicídio depois de ser assaltada.

E este é o ponto chave do documentário, que foi lançado em novembro de 2002, mostrar pessoas “reais”, como define o próprio Coutinho. É fácil se ver em algum deles, ou alguém que você conhece, pois eles são seres humanos comuns, que você vê todos os dias, mas nunca tem tempo ou vontade para conhecer-los melhor.

É a realidade que é mostrada pela câmera deste documentário, e é por esta razão que algumas imagens e entrevistas doem tanto. 



 Escrito por Gus às 18h03
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Novidade no processo de escolha da Música Blecaute da Semana

         Segundo a sugestão deixada nos comentários, agora você escolhe qual será a próxima Música Blecaute da Semana! Basta votar na enquête que está ao lado para escolher entre Pitty, Evanescence, Alanis Morissette, Maroon 5 e Gary Jules. A enquête será fechada no dia 31 de maio, segunda-feira!



 Escrito por Gus às 17h10
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Musica Blecaute da Semana

Hole- Malibu

Hole

Várias pessoas acham que a banda só foi para frente devido a presença de Courtney Love nos vocais, que atraia jornais e revistas especializadas com os seus escândalos, além de público, mas eu não concordo. Acho que a banda era muito boa, e ia muito alem da presença da loca citada acima.

Love em uma das últimas apresentações do grupo 

Imagens retiradfas do site http://www.oakland.edu

O Hole era formado por Melissa Auf Der Maur (ruiva e linda) no baixo, Eric Earlandson na guitarra, Patricia Schemel na bateria e, claro, Courtney Love na guitarra e vocal. Malibu está entre as minhas preferidas como Celebrity Skin e Awful.

Uma prova definitiva da importância de cada integrante, de que o grupo era mais que um brinquedo da senhora Love foi quando Melissa saio e foi tocar com o Smashing Pumpkins, o que mais tarde gerou a separação do grupo. 

Hoje, Love está sozinha, indo de mal a pior, alguém já escutou o seu novo disco? Nem perca seu tempo!!!



 Escrito por Gus às 17h01
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Tróia

         Tróia  é a propaganda enganosa do ano. Você vai ao cinema esperando ver algo de outro mundo, e vê algo absolutamente normal, nada espetacular, um filme mediano. Eu poderia fazer um supertexto falando sobe cada grão de areia do filme, se ele é um grão de areia bom ou um grão de areia mal, mas a película não me motivou a este ponto. Então, no lugar do texto, eu prefiro fazer uma lista dos cinco pontos positivos e das cinco maiores mancadas do filme. Quem já conferiu o filme está convidado a dar a sua opinião.

Paris e Helena

TOP 5: Melhores Momentos

 

1-     Luta entre Paris (Orlando Bloom) e Menelau (Brendan Gleeson). O modo como ela foi filmada transmite todas as emoções que o jovem príncipe está sentindo no momento, como medo e vontade de viver. Minhas pernas tremiam ao assisti-la, muito boa.

 

2-     Peter O`Toole como o rei de Tróia foi uma sábia escolha, pois este ator, que já foi indicado ao Oscar 5 vezes, da muita credibilidade ao filme, alem de ser um dos personagens mais reais de todo a película.

 

3-     O dialogo entre o rei Príamo, de tróia, e Aquiles (Brad Pitt), vai ficar marcada entre os melhores diálogos da história do cinema na minha opinião. Não posso me aprofundar neste item, mas quem viu o filme me entende. Já se concorda comigo ou não... Por sorte Aquiles mau abre a boca, pois se ele tivesse mais falas, iria estragar tudo.

 

4-     Luta entre Heitor (Eric Bana) e Aquiles impressiona, pena que poderia ser mais curta, Aquiles aposta no mesmo golpe o filme inteiro, depois da décima vez não impressiona mais e chateia.

 

      5-  Helena (Diane Kruger), Rainha de Esparta que é “roubada” por Paris e inicia a guerra entre as duas cidades.Diz a lenda que ela é “a mulher mais bela do mundo”, e o diretor conseguiu dar vida a esta lenda, a atriz é estonteante.



 Escrito por Gus às 17h20
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Continuação

Heitor

Imagens retiradas do site http://troymovie.warnerbros.com

 

TOP 5: Maiores Mancadas

 

1-      Brad Pitt. Nada contra o ator, adorei “Entrevista com o Vampiro”, mas neste filme ele conseguiu estragar um dos maiores e mais complexos personagens, relevando suas impressões a uma simples cara de “eu sou demais”.

 

2-      Batalhas. Depois de “O Senhor dos Anéis”, vai ser muito difícil uma cena de luta me impressionar, eles deveriam ficar com vergonha de escrever no trailer que o filme mostrava a cena de luta “mais impressionante” que já se viu.

 

3-      Noção de tempo. Os anos que os soldados espartanos passam nas praias de Tróia são totalmente esquecidos.

 

4-      Mitologia. Senti falta do assunto, que para mim é um dos pontos mais atrativos do período. Nada, a não ser Apolo, e ele nem “aparece”. Alguém já viu “Duelos de Titãs”? o Clássico, não o filme de futebol americano!

 

5-      A Fotografia do filme não é ruim, mas um filme com uma verba grandiosa como “Tróia” pode muito bem fazer melhor. No começo do filme você se pergunta, “Como eles conseguiram permissão para filmar no terreno baldio em frente a minha casa ?”.



 Escrito por Gus às 17h05
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Marilyn nos cinemas

Marilyn Manson 

Imagens retiradas do site http://marlilynmanson.com

Marilyn Manson esta cada vez mais interessado em atuar. Segundo matéria do site Cineclik, o seu novo filme será “Diamond Dead”, uma comédia de humor negro dirigida por George Romero (A noite dos Mortos Vivos). O filme irá contar a história de um grupo de rock que faz um pacto com o demônio. O Anticristo fará o papel do filho de Deus, Jesus Cristo, bizarro no mínimo.

 A polêmica ao redor desta película já começou. O jornal New Your Post publicou uma matéria afirmando que em uma das cenas, Jesus fuma maconha com o resto da banda.

Seu trabalho mais recente, The Heart Is Deceitful Above All Things”, filme que conta com nomes como Asia Argento, Winona Ryder e Peter Fonda, foi escolhido para integrar a seleção oficial do Festival de Cannes 2004.

Seu ultimo filme a ser lançado nos cinemas brasileiros foi “Party Monster”, estrelado por Macaulay Culkin, no qual o cantor vive a drag queen Christina.

 Atualmente o cantor e sua banda estão em estúdio gravando uma versão da musica “Personal Jesus”, do Depeche Mode, para sua coletânea, que deve sair até o final do ano.



 Escrito por Gus às 15h15
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Música Blecaute da Semana

A Música Blecaute desta semana foi para “Everybody Hurts”, do R.E.M., embora eu a prefira na voz da bela Andrea Corr (vocal e flauta), da banda irlandesa The Corrs, que alem de Andrea, é formada por Jim Corr (Guitarra, violão e piano), Caroline Corr (bateria e piano) e Sharon Corr (violino). Eu gosto desta banda por vários motivos. Todos eles são ótimos músicos, compõem grande parte de suas músicas, as três são muito bonitas e pelo simples fato de eles serem irmãos. Sempre sonhei em fazer uma dupla com a minha irmã, nada a ver com Sandy e Junior, hein! Pena que eu e ela somos horríveis quando se trata em produzir música, lembra das aulas de piano Ci?

Bom, mas ai está a indicação, eu recomendo esta música para quando você não estiver se sentindo muito bem, ela sempre me faz ficar melhor, ou pelo menos chorar tudo de uma vez. 

The Corrs

Imagem retiradas do site http://www.thecorrswebsite.com/

  

                                      

                                                                                             



 Escrito por Gus às 18h56
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Qual foi o pior filme que você viu na vida?

         Por Rafael Issa

         Quando as pessoas me perguntam qual o filme mais idiota que já vi na vida, a resposta está na ponta da língua: “Independence Day”. O roteiro traz consigo uma metáfora nacionalista e de protecionismo econômico, mostrando-se explicitamente engajado em mostrar o “maravilhoso” mundo norte-americano.                     

         A história dos Estados Unidos da América já nos mostrou que a ausência de um inimigo real parece provocar um sentimento de desamparo ao governo norte-americano, como se não houvesse, a partir daí, uma justificativa para a paranóia que legitima a guerra e sustenta o imperialismo. “Independence Day”  representa a uniformidade política para qual o mundo tem caminhado após um século XX recheado de ideologias, o fim da Guerra Fria, vendendo o capitalismo e a tutela dos EUA como único caminho de “salvação” e segurança.

         Logo na primeira cena do filme há uma intenção inicial em separar o “bem” (humanos, norte-americanos em especial) e o “mal” (Ets). A imagem da bandeira dos EUA na lua, ao lado da mensagem de paz deixada pelo homem em 1969, contrasta com a nave alienígena chegando a Terra de maneira sombria e má intencionada.  O próprio intuito extraterrestre em destruir, ao contrário de filmes consagrados como “ET – O Extraterrestre”, de Spielberg, aponta para uma produção ufanista. Outro detalhe que podemos notar nesta “caracterização do mal” é a própria concepção física do extraterrestre, segundo Roland Emmerick horrendo e assustador.

         Trata-se da invasão do sistema de vida norte-americano, com Ets ocupando de maneira metafórica o papel que um dia foi de nazistas, comunistas e hoje está nas mãos do mundo islâmico. O filme remete a uma hipocrisia familiar aos dias atuais, no momento em que o reacionário presidente George W. Bush coloca-se a frente de “uma guerra contra o terror”. A impressão heróica que o atual presidente norte-americano tenta passar ao mundo é exatamente a mesma colocada no cinema, apontando para uma ideologia perversa. “Independence Day” é a antítese de “Tempos Modernos”.



 Escrito por Gus às 15h29
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Filme

         Van Helsing - O caçador de monstros

Pôster

         OK, vamos lá. Van Helsing está longe de ser perfeito, mas também está longe de ser ruim. Somando todos os pontos negativos e positivos do filme, ele ganho uma nota alta o suficiente para passar pela minha avaliação, mas deixa muito a desejar devido a grandiosidade do que ele propõe, unir os monstros clássicos do cinema em um único filme. Vamos falar um pouco sobre cada um deles:

 

1-     Lobisomem: Ele está perfeito no filme, tudo que um verdadeiro lobisomem tem que ser, arrasa com a versão de “Underworld”.Ele até chega a dar aquele frio na barriga quando aparece pela primeira vez. Mas ele é um pau mandado do Drácula, trágico no mínimo.

 

2-     Drácula: Sem ser a intenção do roteirista, do diretor ou do ator, Richard Roxburgh, Drácula nos faz rir o filme todo. Ele quer parecer assustador, mas tudo nele é ridículo, seu sotaque, seu visual, tudo.

 

3-      Frankenstein: Agora sim, o Frank está demais. Não esperem nada como “Amigo...Bom...”, ele fala rápido e bem, e é quem se destaca no filme, só é uma pena o fato de ele aparecer pouco.

 

Uma das noivas de Drácula

Imagens retiradas do site www.omelete.com.br

 

 

         O Ponto que mais me entristeceu foi a atuação de Hugh Jackman. Ele simplesmente copiou o Wolverine para este papel, só deixou as madeixas crescerem, péssimo. A personagem de Kate Beckinsale, Anna Valerious, também é uma piada, e é a que mais rende cenas impossíveis de serem engolidas neste tipo de filme, e olha que eu sempre as defendo, falando coisas do tipo “Ei, lembre-se que isto é um filme!”. As três primeiras nós perdoamos, mas depois da décima, a coisa fica complicada. O fiel escudeiro do Van, Frei Carl (David Wenham, o Faramir de “O Senhor dos Anéis”) por outro lado, rouba todas as cenas em que aparece.

            Mas no final das contas o filme atinge o seu objetivo. Nos faz rir um pouco e nos assusta uma ou duas vezes, mas não vá no cinema esperando algo inacreditável, pois quanto maior a expectativa, maior o tombo.



 Escrito por Gus às 19h18
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Link

         O jornalista Erick Pombo escreveu uma matéria sobre Kate Backinsale, na qual ele fala sobre a capacidade da jovem atriz de trabalhar em fracasso atrás de fracasso, bomba cinematográfica atrás de bomba, como o filme “Underworld” e “Escrito nas Estrelas”. Leia a matéria clicando aqui.

 Escrito por Gus às 13h42
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Fiquem ligados!

         Foi  inaugurada hoje a seção Música  Blecaute da Semana, que irá indicar uma música nova a cada semana. A indicação desta semana foi “The middle”, da banda norte-americana Jimmy Eat World. A faixa está no último Cd da banda, “Bleed American”, que teve o nome alterado para “Jimmy Eat World”, depois dos ataques de 11 de setembro. A banda ainda não é  muito conhecida, mas vale a pena conferir. Para mais informações, visitem o site Mondo Bizarre para conferir uma entrevista com o grupo. 

 Escrito por Gus às 19h19
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